Cotações Mapas Notícias em seu e-mail
Precisa vender? Mais de 6.000 visitantes diariamente esperam pelo seu produto aqui no Pecuaria.com.br. Clique aqui e veja como e facil anunciar!
Arroba do Boi - R$ (À vista)
SP MS MG
197,00 175,00 184,00
GO MT RJ
178,00 175,00 179,00
Reposição - SP - R$
Bezerro 12m 1850,00
Garrote 18m 2050,00
Boi Magro 30m 2700,00
Bezerra 12m 1270,00
Novilha 18m 1580,00
Vaca Boiadeira 1860,00

Atualizado em: 27/3/2020 10:44

Cotações da Arroba: SP-Noroeste, MS-Três Lagoas, MG - Triângulo, GO - Região Sul, MT - Rondonópolis, RJ-Campos
Clique aqui e veja cotações anteriores

 

 

 

 


 
Receba, diariamente, em seu
e-mail nosso boletim com os assuntos que mais interessam
ao profissional do setor.

Clique aqui e inscreva-se gratuitamente.


Adriano Garcia
MTb 10252-MG

 

Deputado ruralista apoia aumento de impostos

 
 
 
Publicado em 10/02/2020

Duas propostas de emenda à Constituição (PEC) apresentadas ao Congresso no ano passado podem reduzir as exportações brasileiras em 5% e resultar na extinção de até 728 mil empregos em todo o país.

A estimativa é da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que também aponta outros riscos das propostas, que querem revogar a Lei Kandir e reintroduzir a cobrança de 13% Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre as vendas de produtos básicos e semielaborados.

Segundo os cálculos da CNI, a eventual aprovação de uma das propostas poderá fazer o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) encolher R$ 58,7 bilhões. A massa salarial ficaria R$ 1,5 bilhão menor, fazendo os brasileiros consumirem R$ 22,4 bilhões a menos nos 12 meses seguintes a um eventual retorno do ICMS sobre produtos não industrializados.

Embora a medida não atinja produtos industrializados, cujas vendas externas já são isentas de ICMS, a CNI argumenta que a tributação sobre exportações reduz a competitividade dos bens brasileiros no exterior.

Para a confederação, a incidência de ICMS sobre as exportações criará um efeito dominó que causará prejuízos à economia e afastará investidores estrangeiros do país.

Contestação

Aprovada em 1996, a Lei Kandir estabelece a isenção de ICMS, tributo de responsabilidade dos estados, sobre exportações de produtos básicos (como bens agropecuários e minérios) e de itens semielaborados (como açúcar e celulose). Na época, a lei tinha como objetivo alinhar as exportações brasileiras à prática internacional, que veda exportação de tributos.

Nas últimas décadas, a Lei Kandir tem sido objeto de reclamação dos estados, principalmente os com economia baseada no agronegócio e na mineração, que sofrem com a queda na arrecadação.

A legislação prevê o pagamento de uma compensação anual pela União das perdas de receita da Lei Kandir mais o Auxílio Financeiro para o Fomento das Exportações (FEX) no fim de cada ano. No entanto, o valor é negociado anualmente, nem sempre agradando aos governadores, o que gerou uma onda de ações judiciais dos estados.

No ano passado, o Ministério da Economia tentou negociar com os estados um aumento na fatia de repartição da cessão onerosa do pré-sal em troca da desistência das ações judiciais. Sem sucesso na negociação, a Câmara e o Senado apresentaram PECs para extinguir a Lei Kandir e retomar a cobrança do imposto.

Trâmite

No Senado, a proposta foi assinada por 28 parlamentares e tramita na Comissão de Constituição e Justiça da Casa. O relator, Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB), apresentou um substitutivo no fim de outubro.

Segundo o parlamentar, a apresentação de uma PEC para extinguir a Lei Kandir garante a autonomia dos estados, já que o presidente Jair Bolsonaro não poderá vetar a proposta, caso seja aprovada.

Na Câmara, a PEC foi apresentada pelo deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária. O setor defende a retomada da cobrança por entender que os estados agroexportadores são os mais prejudicados pela desoneração do ICMS, principalmente num momento em que diversos governos locais atravessam crise fiscal e, muitas vezes, não têm recursos para pagar fornecedores e servidores. Com informações da Agência Brasil.

  Compartilhe Compartilhe esta matéria    Imprimir

 


   Leia também:
 
[27/03/2020] - China voltou a comprar e frigoríficos sobem oferta
[27/03/2020] - Arroba volta ao patamar de R$ 200
[27/03/2020] - Mercado de reposição segue travado
[27/03/2020] - Polpa cítrica subiu com força no último ano
[27/03/2020] - MAPA define serviços essenciais para o setor
[27/03/2020] - MAPA pede apoio para garantir abastecimento
[27/03/2020] - Abrafrigo: mercado não aguenta mais 10 dias

Regras para a publicação de comentários


   Notícias Anteriores
 
[27/03/2020] - Cidade fecha comércio mesmo sem casos do vírus
[27/03/2020] - Funai anula demarcação de terras no Paraná
[27/03/2020] - MAPA adia prazo para comprovar vacinação
[26/03/2020] - Arroba: frigoríficos já pagam até R$ 6 a mais
[26/03/2020] - Preço da carne não cedeu no atacado
[26/03/2020] - JBS: compras da China voltaram com força
[26/03/2020] - Lucro da JBS bate recorde com vendas à China
[26/03/2020] - Movimento em supermercados volta ao normal
[26/03/2020] - Milho continua batendo recordes de preço
[26/03/2020] - Governo pode tornar veterinárias serviço essencial
[25/03/2020] - Arroba: pecuaristas pedem mais pelo boi
[25/03/2020] - Reposição está devagar em Rondônia
[25/03/2020] - China libera mais carne das reservas estratégicas
[25/03/2020] - Milho: preços seguem em alta
[25/03/2020] - Prévia da inflação tem forte queda
[25/03/2020] - Bolsonaro: comércio deve reabrir
[25/03/2020] - Agro pede apoio contra travas ao transporte
[25/03/2020] - Caminhoneiros reclamam da falta de alimentos
[25/03/2020] - Normas são alteradas para preservar transporte
[25/03/2020] - Dona da JBS recusa antecipar dinheiro para o MPF
[24/03/2020] - Exportações de carne têm resultado surpreendente
[24/03/2020] - China importou mais carne no primeiro bimestre
[24/03/2020] - Bolsonaro fala com presidente da China
[24/03/2020] - Arroba: pecuarista não aceita os preços atuais
[24/03/2020] - Para onde vai a arroba do boi no curto prazo?
[24/03/2020] - Arroba do boi caiu forte também no MT
[24/03/2020] - Frigoríficos garantem abastecimento de carne
[24/03/2020] - Leite longa vida dispara por causa do coronavírus
[24/03/2020] - Governo pagará parte do salário de trabalhadores
[24/03/2020] - Farelo de soja está 11,4% mais caro
[24/03/2020] - Importação de milho disparou no Brasil
[24/03/2020] - Cidade de Mato Grosso proíbe transporte de grãos
[24/03/2020] - Governo trabalha para manter estradas liberadas
[24/03/2020] - RS permite comprovação de vacina por e-mail
[23/03/2020] - Qual será o efeito do coronavírus sobre o Agro?
[23/03/2020] - Médicos são contra fechamento total do comércio
[23/03/2020] - Arroba: frigoríficos tentam derrubar o boi
[23/03/2020] - Pecuaristas mostram preocupação com o mercado
[23/03/2020] - Coronavírus afeta o atacado da carne
[23/03/2020] - Justiça impede fechamento de frigoríficos
[23/03/2020] - Marfrig não reduzirá capacidade de abate
[23/03/2020] - MAPA garante o abastecimento
[23/03/2020] - Carne: vendas em Campo Grande dispararam
[23/03/2020] - Produtores de leite pedem garantia de produção
[23/03/2020] - Na China, o coronavírus começa a ficar para trás
[23/03/2020] - Milho segue em alta
[23/03/2020] - MP permite suspensão de contrato de trabalho
[23/03/2020] - Decreto: vigilância agropecuária é essencial
[23/03/2020] - BC anuncia a liberação de R$ 68 bilhões
[23/03/2020] - BNDES anuncia pacote de R$ 55 bi

     Clique aqui para ver o índice geral de noticias


 

 

 

Adicione seu site Comprar e vender Atendimento ao anunciante Mais buscados

Venda para a pecuária brasileira através da Internet!
Clique aqui e veja como anunciar no Pecuária.com.br